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Professora de Língua Portuguesa e Língua Inglesa. Onde leciona: ETEC JACINTO FERREIRA DE SÁ EE Horácio Soares /Ourinhos Formação Academica Pós-graduada em Gestão Escolar Licenciada em Pedagogia

sábado, 25 de agosto de 2012

CAPACITAÇÕES PARA PROFESSORES

Nos dias  23 e 24 de julho participei da capacitação " O estudo da linguagem na formação do profissional técnico" em São Paulo, no parque da Juventude.   O curso foi destinado aos professores que ministram aula de LTT (Linguagem, Trabalho e Tecnologia". 

A palestrante, Cristiane Maria Megid, doutoranda  em  Linguística aplicada pela UNICAMP, autora do livro didático "linguagem, Trabalho e Tecnologia", nos orientou quanto ao uso desse material, que foi disponibilizado nas  ETECs, em formato digital para os alunos,  e  no formato impresso para ser utilizado em sala de aula. 

Foi muito importante participar dessa capacitação por ter a oportunidade de conversar com a autora do livro, para esclarecer dúvidas sobre a utilização desse material em sala de aula. 


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Nos dias 23 e 34 de agosto  participei da capacitação "Práticas de Leitura e Formação de Leitores" 
O encontro foi muito interessante, pois contamos com a presença a professora  doutoranda da USP Geruza Zelnys, que trabalha com multimeios e literatura, como ferramentas diferenciadas em sala de aula. Foi muito enriquecedor o encontro e tenho certeza que colocarei em prática muitas ideias novas que conheci com essa pessoa maravilhosa, contagiante. "Ela exala literatura"
 palestrante Geruza Zelnys



sexta-feira, 20 de julho de 2012

Vícios de linguagem


Os erros de português mais comuns

Vícios de linguagem é o nome que se dá ao modo de falar ou escrever que não está de acordo com a norma culta. O "erro" torna-se "vício" quando se torna comum ou freqüente na expressão de uma ou mais pessoas.

A tabela a seguir resume os principais casos.

Vícios de Linguagem
BarbarismoTodo erro que se relaciona à forma da palavra.cacoépia: seje, em vez de seja.
cacografia: rúbrica, em vez de rubrica.
estrangeirismo: exameantidoping.
ArcaísmoEmprego de palavras que caíram desuso.Mui fremosa senhorita.
A mensagem apresenta mais de um sentido devido à má disposição das palavras na frase.O garoto viu o roubo do carro. (O garoto estava no carro e viu o roubo ou viu o carro ser roubado?)
CacófatoPalavra inconveniente, ridícula ou obscena resultante da união das sílabas de palavras vizinhas.A boca dela era horrível.
SolecismoErro de sintaxe.
ConcordânciaFazemmuitos anos. (Nesse caso fazer é impessoal.)
Regência: Esse é a música que ele mais gosta. (Essa é a músicade que ele mais gosta.)
ColocaçãoMe faça um favor... (Faça-me um favor...)
PleonasmoRepetição de palavras inúteis, pois nada acrescentam ao que já foi dito.Subiu para cima. Entrou para dentro.
EcoÉ a rima em prosa, sem intenção estilística.Infelizmente, essa ideia me veio à mente somentede repente.

fonte:  http://educacao.uol.com.br/portugues/vicios-de-linguagem-os-erros-de-portugues-mais-comuns.jhtm 


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Vale a pena ler: uma lição de vida!

Comprei este livro em Abril e ao iniciar a leitura, não conseguia desgrudar do livro mais...

Depois contagiei meus alunos do 1ºA contando a história. Muitos desconheciam os fatos narrados por Immaculée, fatos horripilantes, de um povo dividido pelo preconceito e inveja. Muitos ficaram chocados ao perceber que o ano em que aconteceu essa atrocidade, coincidia com o ano de seu nascimento:1994. É muito bom que essa nova geração tenha conhecimento dessas guerras que não levam a nada, só ao mal e desolação. É muito importante para que possam refletir sobre suas ações, afinal essa será a geração do futuro.


Uma biografia forte,que nos leva à reflexão: estamos valorizando o que temos perto da gente e que pode ser o Bem mais preciso que temos???

Trata-se da história da jovem africana que perdeu quase toda a família trucidada conta como escapou de um dos mais sangrentos genocídios da história com o poder da fé e do pensamento positivo
Este pungente relato da experiência de Ilibagiza trilha dois caminhos: a descrição do mal que lhe foi perpetrado, incluindo os assassinatos brutais dos membros de sua família, entorpece e devasta a alma, enquanto a história de sua inabalável fé e conexão com Deus durante esta provação conforta e inspira. Este livro é uma contribuição preciosa à literatura que tenta dar algum sentido à depravação aparentemente sem fim da humanidade. Publishers Weekly
Três meses confinada num banheiro minúsculo com mais sete mulheres famintas e aterrorizadas, sem condições mínimas de higiene, saúde e alimentação, lutando contra o desespero e ouvindo as vozes dos assassinos que queriam matá-la cruelmente. O período de tortura física e psicológica é só uma parte do que a jovem Immaculée Ilibagiza teve que suportar, aos 22 anos, para escapar dos soldados que exterminaram sua família e seu povo durante o genocídio que destruiu Ruanda em 1994. Naquele ano, em apenas cem dias, mais de um milhão de ruandeses foram barbaramente assassinados num holocausto provocado por conflitos étnicos ancestrais entre tútsis e hútus, principais etnias do país africano.
Da noite para o dia, a vida da tútsi Immaculée, filha de um respeitado casal de professores líderes de sua aldeia, mudou de forma radical. Os jovens hútus, que antes eram seus vizinhos, colegas de turma e até amigos, tomaram o poder e se transformaram em caçadores, treinados para matar os inimigos como baratas, violar mulheres, esquartejar crianças e torturar todos os rivais que encontrassem pela frente. Única mulher de quatro irmãos, Immaculée conseguiu asilo na casa de um pastor hútu. Armados com facões, os extremistas hútus do movimento juvenil Interahamwe (aqueles que atacam em conjunto) revistaram a casa do religioso várias vezes, mas nada descobriram, segundo conta a autora, por puro milagre.
Antes de 1994, Immaculée era uma jovem feliz e esperançosa. Adorava seu país, tinha uma família unida e respeitada e gostava de estudar. Não conhecia a diferença que segregava os tútsis e os hútus quando a morte do presidente hútu de Ruanda, Juvenal Habyarimana, desencadeou o massacre frenético que destruiu sua vida idílica e obrigou sua família a se separar para sempre em plena comemoração de Páscoa.
Em Sobrevivi para Contar, escrito em forma de depoimento ao jornalista Steve Erwin, Immaculée conta, sobretudo, como conseguiu sobreviver emocionalmente ao massacre de sua família, cujos detalhes inacreditáveis ela também revela em sua narrativa de surpreendente final feliz.
Salva pelas forças da ONU com a ajuda de soldados tútsi da FPR (Força Patriótica de Ruanda), Immaculée emigrou para os Estados Unidos, onde passou a trabalhar para as Nações Unidas, em Nova York, casou-se e reconstruiu a vida. Atualmente, direciona seus esforços à organização que criou para amparar sobreviventes de guerras e genocídios.

Tradução Sonia Sant´Anna

Abaixo, o livro na íntegra:


"Projeto Doce Mundo, mundo meu... A caminho da imaginação"

Realização: 21 de junho de 2012.
Período: 8h às 10h
Local:  ETEC JACINTO FERREIRA DE SÁ - OURINHOS


....apresentação projeto Leitura 2012.....ppsx - 4shared.com - online file sharing and storage - download

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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Melhores Redações - Projeto Leitura & Opinião

Confira as melhores redações do  Projeto Leitura & Opinião do  mês de Março, que está sendo desenvolvido  com os  alunos do 3º ano na ETEC Jacinto Ferreira de Sá: 


As redações foram embasadas na leitura do artigo de opinião "Jet ski assassino" elaborada pela colunista da revista Época,  Ruth de Aquino

http://revistaepoca.globo.com/Mente-aberta/ruth-de-aquino/noticia/2012/02/grazielly-e-o-jet-ski-assassino.html


Trânsito não é brincadeira


No Trânsito há muitas regras que deveriam ser seguidas, mas, infelizmente muita gente as desrespeita. Dirigir requer uma responsabilidade muito grande, pois além da sua, há outras milhões de vidas em risco, Cada vez mais quando ligamos a TV vemos tragédias ocorridas no trânsito.
Os carros estão mais potentes e os motoristas mais imprudentes, algumas pessoas teem a sorte de saírem ilesas de um acidente, mas outras acabam ficando com sequelas ou até morre, deixando sempre uma família em desespero.
O perigo não está somente no trânsito terrestre, há também o aquático e o aéreo, nos quais são mais raros acidente, mas geralmente são fatais, como por exemplo o casa da menina Gazielly que foi atropelada por um jet sky sendo pilotado ilegalmente por um garoto de 13 anos na praia de Guaratuba em Bertioga.
“Beber, dirigir e morrer”, uma frase que pode até formar uma rima, uma rima mortal, é preciso pensar em tudo que pode acontecer se sair para dirigir após “tomar umas”, se alguma coisa grave acontecer, a única coisa que você poderá fazer é se arrepender e todo dia antes de dormir pensar que poderia ser diferente se não tivesse bebido, ou então se tivesse pegado um táxi.Temos o policiamento nas ruas, mas, infelizmente é insuficiente para deter todos motoristas imprudentes.
Devemos tomar certas precauções como fazer revisão no carro principalmente antes de viajar, e sempre respeitar as regras de trânsito. Pense sempre nessa frase:“Motorista não corra! não mate! não morra!”.
Barbara Lira N°03 3°A

TRÂNSITO IRRESPONSÁVEL X CONSCIÊNCIA


Acidentes por falta de prudência no trânsito ainda são frequentes no cotidiano das pessoas,assim como é de costume ver em jornais e revistas artigos destacando a perda de mais uma vida.Não somente nos trânsitos das grandes cidades,mas também no mar e no ar,tragédias ocorrem corriqueiramente e são renovadas dia a dia nos nossos noticiários.
Sendo assim,as pessoas estão acostumadas a desastres dessa natureza e já não chocam mais.Impunidade é uma das vertentes dessa realidade e pode ser também,assim como a irresponsabilidade, uma das justificativas para a frequência desses acidentes.
A justiça falha,não dá a devida atenção e encerra o caso facilmente como se não tratasse de uma vida e de toda uma sociedade relacionada a isso; ainda mais quando em situações como essa estão envolvidos a classe média da sociedade.As leis ou não são suficientes ou não são respeitadas devidamente.
Enquanto isso não se resolver,vidas são perdidas,famílias são desgraçadas como pudemos acompanhar nas mídias,o caso envolvendo um menor que tirou a vida de uma menina de três anos de idade na beira da praia de Guaratuba.Nada muda para quem comete o acidente.
A partir do momento que se dirige,a sua vida e a vida de outras pessoas está nas suas próprias mãos,não é algo relativo,não falta conscientização ,falta consciência nas pessoas.


CAROLINE COSTA RAIDE          3º A / ENSINO MÉDIO


 Transito Marítimo; uma causa esquecida.


A sociedade está cada vez mais irresponsável e  inconsequente. Atitudes estúpidas que poderiam ser evitadas com uma dose de bom senso e respeito ao próximo  acabam tirando vidas e trazendo dor.
O caso “Grazielly e o Jet ski” é o exemplo mais recente que pode ser citado como exemplo de imprudência no transito marítimo que leva à  morte; uma criança de 3 anos sendo morta por outra criança de 14 anos, que estava na direção.
Essas “fatalidades” não poderiam acontecer, e o problema está em achar que nunca estaremos envolvidos em tragédias homicidas por uma pequena imprudência aqui e outra ali; seja na posição de vítima ou de causador.
Já que não tem como prevenir contando com a conscientização da população o caminho é impedir outras tragédias semelhantes a morte de Grazielly com severas leis de trânsito marítimo e fiscalização adequada. Fiscalização essa, que nós não temos.Segurança do trafego marítimo é uma causa esquecida, assim como crianças fora da escola e famílias abaixo da linha da pobreza.
Fiscalizar e punir devidamente as infrações no mar daria muito trabalho, gastaria tempo e dinheiro. Sendo assim, fica por isso mesmo. 
Bianca Vida 3ºC



                    A “revolta da máquina”

            Notícias carregadas de sensacionalismo  são presenciadas  com freqüência no Brasil. Desta vez trata-se de um acidente na praia de Guaratuba, em Bertioga, onde um jet ski desgovernado atingiu uma menina de 3 anos e a matou.  Face a isto, podemos questionar a fiscalização e a existência de regras que regulamentem o uso de jet skis, tendo em vista que a máquina que atingiu a criança teria sido ligada por um adolescente de 13 anos que caiu ao tentar pilotá-la. E, apesar da tragédia, parece que a justiça brasileira pretende manter a tradição: a de não punir os responsáveis.
             O sistema de fiscalização nas praias do país é precário. Segundo estimativas, para patrulhar com eficiência os mais de 800 quilômetros de costa atlântica e mais de 40000 quilômetros de rios, lagos e represas, o Brasil precisaria de 3 mil embarcações e 100 mil profissionais; o que está longe de se efetivar face ao descaso do governo em relação ao assunto.
            Além disso, a maioria das pessoas que manuseiam um jet ski não estão preparadas para pilotá-lo, já que para a posse da habilitação basta responder a uma prova escrita, na Capitania dos Portos, e acertar uma quantidade irrisória de questões. Não há teste prático.
            Agravando a situação temos, em todo o contexto nacional, a impunidade por parte de justiça que, com toda certeza, estimula ou, no mínimo, não inibe a atuação de irresponsáveis e o acontecimento de barbaridades como essa.
            Assim, uma junção de fatores político-administrativos, contribui para a falta de segurança nas praias e para a infelicidade de uma “única família” nesse país tão grande e populoso.  
Lucas Menezes / 3ºC


Parabéns aos vencedores!! Continuem se esforçando!